Paul Singer: Uma tese e 8 hipóteses sobre socialismo/autogestão

Na minha formacão político-intelectual, três teóricos tiveram grande influência: Mario Pedrosa, Michael Lowy e Paul Singer. Meu foco de analise sempre foi o tema da autogestão, inspirado nas obras de José Carlos Mariategui, Rosa Luxemburgo e Mário Pedrosa , depois foi ampliado com a visão de mundo do “romantismo revolucionário” (Lowy). Inclusive, foi na obra de Lowy que extraí a ‘chave mestra’ para entender a obra político-estética de Pedrosa. Em ensaio para revista “Perseu”, comemorando os 100 anos da Revolução soviética, escrevemos: “Sem dúvida, podemos destacar Pedrosa, militante da política e das artes, no filão que Michael Lowy caracteriza como a sensibilidade ‘romântico anticapitalista” (Revista Perseu. n. o 14. 2017). Pedrosa, em toda sua vida, articulou orgânica e dialeticamente as artes e a política, elaborando nos seus ensaios, mesmo de forma, às vezes, apenas intuitiva e/ou embrionária, uma crítica radical à civilização industrial do capitalismo, reclamando sempre uma revolução da vida e da sensibilidade”.

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